A Promotora de Justiça de Parnamirim, Luciana Maciel, instaurou Inquérito Civil para investigar a venda clandestina de gás de cozinha na cidade.
Na última sexta-feira, 16, após denúncia feita na imprensa, a Promotora de Justiça de Parnamirim, Luciana Maria Maciel Cavalcanti Ferreira de Melo, decidiu instaurar um Inquérito Civil para investigar a venda irregular de gás de cozinha.
Segundo a Promotora de Justiça, uma das maiores causas que fomenta o mercado clandestino deste tipo de produto resulta nos distribuidores que fornecem, de qualquer forma o gás liquefeito de petróleo (GLP) em botijões, a revendedores não autorizados ou em quantidade superior à capacidade de armazenamento registrada na Agência Nacional do Petróleo ou estabelecida no Certificado de Vistoria do Corpo de Bombeiros. Ela ressalta, ainda, o risco que a venda clandestina pode trazer, principalmente no que se refere ao armazenamento acima da capacidade ou feito de maneira irresponsável.
Entre as primeiras providências a Promotora de Justiça pede à Agência Nacional de Petróleo um relatório dos distribuidores e revendedores cadastrados em fornecer GLP no em Parnamirim, detalhando a respectiva capacidade de armazenamento de cada um. Ao Corpo de Bombeiros ela solicita informações quanto a regulamentação dos serviços de distribuição e revenda de GLP no Estado.