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Mossoró: MPRN recomenda correções estruturais e controle de pragas em unidade prisional feminina

Iniciativa busca sanar deficiências higiênico-sanitárias e garantir a integridade das internas no Complexo Penal de Mossoró
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A imagem mostra o interior de uma sala de aula ou de estudos, separada por uma grade branca em primeiro plano. Fora da grade, há uma mesa com uma cadeira azul e uma garrafa de água amarela e rosa. No interior da sala, alunos estão sentados em mesas, mexendo em computadores. Ao fundo, uma estante com livros e decorações de girassol na parede.
  • A Seap/RN deve garantir higiene adequada na Unidade Feminina do Complexo Penal após vistorias revelarem problemas graves.
  • O prazo de 30 dias foi estipulado para a aprovação do orçamento e início das obras de correção.

A Secretaria de Estado da Administração Penitenciária do Rio Grande do Norte (Seap/RN) deve adotar medidas urgentes para garantir condições adequadas de higiene na Unidade Feminina do Complexo Penal Estadual Agrícola Dr. Mário Negócio. A recomendação foi feita pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e surgiu após vistorias identificarem a presença frequente de vetores e animais peçonhentos nas instalações físicas, além de problemas estruturais.

O documento aponta que relatórios técnicos apontaram falhas graves como infiltrações, banheiros danificados e armazenamento incorreto de água no local. Além disso, os serviços de dedetização contratados pelo Estado não foram executados de maneira tempestiva ou eficaz. Dessa forma, o órgão requer que um cronograma contínuo de controle de pragas seja instituído.

A recomendação estipula o prazo de 30 dias para que a Seap aprove a planilha orçamentária dos reparos estruturais necessários. Após essa etapa, a gestão estadual deve iniciar imediatamente as obras de correção de infiltrações e instalações hidrossanitárias. Igualmente, a direção da unidade feminina precisa intensificar a higienização interna e o manejo correto dos resíduos sólidos produzidos.

As autoridades notificadas devem informar por escrito se acatam os termos propostos pela Promotoria de Justiça de Mossoró. Caso ocorra inércia ou descumprimento injustificado, o Ministério Público poderá ajuizar uma Ação Civil Pública. Consequentemente, os gestores responsáveis poderão responder judicialmente pela omissão na manutenção das condições mínimas de habitabilidade da unidade prisional feminina.

Confira a íntegra da recomendação.

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