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Ministério Público e Semarh discutem efeitos da seca no RN

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De acordo com informações da Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos a previsão é que, em 2014, o nível de chuvas seja normal.

A grave seca que afeta as populações do semiárido e do Alto Oeste do Rio Grande do Norte foi o tema que reuniu na manhã desta sexta-feira (14), representantes do Governo do Estado e do Ministério Público Estadual para reunião realizada no auditório da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), e que discutiu a gravidade e possível colapso no abastecimento.

A reunião contou a presença de representantes das Promotorias de Justiça de Macaíba, Jardim do Seridó, Pau dos Ferros (via Skype) e dos Caops Cidadania e Meio Ambiente, com a presença das promotoras de Justiça Iveluska Lemos Xavier e Fernanda Guerreiro, respectivamente.

A representante da Semarh, Joana D’Arc Medeiros, apresentou um panorama geral da seca em todo o Estado. Segundo ela, se não houver um nível de chuva normal este ano, o Rio Grande do Norte alcançará nível hídrico de colapso. “Estamos em um dos mais longos períodos de seca já vistos. O mais longo em duração, não em intensidade. Exceto pelo litoral, na região do Seridó choveu, em média, 100 milímetros em 2012. Isso é um período de seca extrema”, disse.

A Promotora do Caop Meio Ambiente, Fernanda Guerreiro, falou sobre a importância do racionamento como medida preventiva para enfrentar o período de seca. “Todas as ações realizadas pela Semarh são importantes. No entanto, em minha opinião, se também houver o racionamento e a conscientização das pessoas, será mais um diferencial”.

De acordo com informações da Semarh, a previsão é que, em 2014, o nível de chuvas seja normal. Caso isso ocorra, o volume dos reservatórios, provavelmente, voltará à regularidade. Se essa previsão não se concretizar, o estado será de calamidade e serão necessárias medidas emergenciais.

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