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Lixo hospitalar incinerado irregularmente

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Atuação conjunta das Promotorias de Justiça de Natal e Parnamirim apura denúncias de incineração de lixo hospitalar irregularmente.

O Promotor de Justiça de Defesa do Meio Ambiente, João Batista Machado Barbosa, instaura Inquérito Civil para investigar, em conjunto com a Promotora de Justiça de Parnamirim Isabelita Garcia Gomes Neto Rosas (em substituição), denúncias de que a empresa Limp Express teria sido licenciada de forma irregular pelo IDEMA para a atividade de incineração de lixo hospitalar.

Segundo João Batista, a empresa já teria sido interditada, mas ainda assim estaria operando clandestinamente durante a noite. Ele alerta ainda para os riscos da atividade irregular, uma vez que nas proximidades da Limp Express existem indústrias de alimentos e água mineral, que estariam sujeitas a contaminações, dadas as emissões de poluentes orgânicos existentes nesses resídios.

“Há notícia de que o forno utilizado para o incineramento do lixo hospitalar foi fabricado por uma pessoa que trabalha com confecção de portões em Natal, sem atender às especificações necessárias para esse tipo de equipamento”, afirma João Batista.

Para comprovar as denúncias, os Promotores de Justiça requisitam à Secretaria de Meio Ambiente de Parnamirim e ao IDEMA vistorias na empresa, em diferentes horários, para verificar se ela está realmente operando e informarem as medidas judiciais, cíveis e criminais eventualmente adotadas. Os membros do MP requisitam em até cinco dias que  o IDEMA forneçam cópia integral dos processos administrativos que tramitaram no órgão sobre o caso.

 

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